top of page
branding pra clinicas novo logo.png
Pink Poppy Flowers
  • Instagram
  • LinkedIn

Copyright © 2026 Branding para Clínicas. Todos os direitos reservados.
34.847.803/0001-06 - Av. Paulista, 648 -  Bela Vista, São Paulo/SP, CEP: 01310-100

Logo para clínica: 9 erros que fazem sua marca parecer genérica (e como evitar)

  • Foto do escritor: barbara bertolini
    barbara bertolini
  • há 7 dias
  • 2 min de leitura

Muita clínica pesquisa “logo para clínica” achando que o problema é só visual. Só que, na prática, o logo vira o rosto da sua reput

ação — e é por isso que alguns logos passam confiança e outros passam “mais do mesmo”.


Abaixo estão os erros mais comuns que deixam a marca genérica (e o que fazer no lugar).


Quer orientação para o seu caso?





1) Parecer “template” (ou “logo de banco de ícones”)


Erro: símbolo pronto, genérico e sem personalidade (coração, cruz, estetoscópio, folha, etc.).

Como evitar: construir um conceito antes do desenho: o que a clínica quer comunicar e qual território visual faz sentido para isso.


2) Fazer logo sem pensar em aplicação (vida real)


Erro: o logo até é bonito em um mockup, mas quebra em perfil de rede social, carimbo, receituário ou placa.

Como evitar: criar um sistema com versões do logo (reduzida, horizontal, vertical, positivo/negativo) e testar nos pontos de contato principais.


3) Tipografia “qualquer uma” (ou a mesma de sempre)


Erro: escolher fonte por “gosto” e não por legibilidade, personalidade e hierarquia.

Como evitar: definir tipografia com função: leitura, autoridade, sofisticação, leveza — e regras claras de uso.


4) Paleta genérica (e a “clínica azul” automática)


Erro: usar combinações batidas sem direção, que não diferenciam e não sustentam posicionamento.

Como evitar: paleta pensada para percepção de valor, contraste e consistência — com orientações do que usar como cor principal/apoio/destaque.


5) Exagerar nos elementos (parece amador)


Erro: muitos detalhes, sombras, degradês sem critério, contornos excessivos.

Como evitar: priorizar clareza e leitura. Marca premium costuma ser simples, mas não simplória: tem intenção e refinamento.


6) Não ter linguagem visual além do logo


Erro: o logo existe, mas todo o resto fica “solto” — cada peça com um estilo.

Como evitar: criar linguagem de marca: iconografia, elementos de apoio, direção de imagens/fotos e regras de composição.


7) Não ter manual de aplicação (a marca se perde rápido)


Erro: depois da entrega, cada pessoa aplica de um jeito e a marca vira bagunça.

Como evitar: ter manual de aplicação com regras claras (uso correto/errado, respiro, fundos, cores, tipografia, consistência).


8) Deixar decisão na mão de muitas pessoas


Erro: todo mundo opina e o projeto vira colcha de retalhos (e fica genérico).

Como evitar: uma pessoa responsável pela decisão e um processo com feedback consolidado.


9) Querer “agradar todo mundo”


Erro: buscar uma marca neutra para não desagradar — e acabar igual às outras.

Como evitar: definir posicionamento (público-alvo + proposta única de valor) e traduzir isso visualmente com coragem e critério.


O ponto principal


Um logo bom não é só bonito: ele funciona em contexto, sustenta posicionamento e tem consistência no dia a dia. Por isso, “logo” sozinho quase sempre é pouco para clínica. O que resolve de verdade é identidade visual completa, com direção, sistema e manual.


Quer saber se sua marca está te posicionando ou te diminuindo?





Se você já tem logo e desconfia que ele não sustenta seu nível


Você não precisa “jogar tudo fora” no escuro. O primeiro passo é entender onde está o problema: conceito, aplicação, tipografia, paleta ou ausência de manual.



 
 
 

Comentários


bottom of page